Esse é oficialmente o dia anterior ao embarque. A ansiedade está se aproximando do ápice e o frio na barriga não é mais controlável. Vou trabalhar ainda hoje, porque estou bancando esses 15 dias parado, mas vai ser um dia difícil de passar. Terei que tomar um Café Mocha na Starbucks, depois de um almoço mais demorado respirando fundo e tentando não explodir em êxtase por estar indo de férias mais uma vez com a minha família para um lugar de sonhos como a Disney World.
Em 1999 fiz minha segunda viagem para os Estados Unidos, com minha namorada (hoje esposa), e logo que chegamos à Orlando fomos até um Shopping e compramos um cartão telefônico da AT&T. Fomos até o telefone público, digitamos os códigos necessários e ligamos para casa. Não falamos mais que 5 minutos, somando-se as duas ligações, e lá se foram US$ 10.
Sempre achei uma besteira comprar um seguro de viagem. Muitas vezes comprei minhas passagens aéreas com o cartão de crédito, que me dava seguro de vida e de acidentes, além de seguro contra perda de malas, etc, e isso sempre me bastou.
Porém, em 2005 iriamos ficar 2 meses nos Estados Unidos (pelo menos) e tínhamos um adicional muito precioso: nossa primeira filha. Então decidimos comprar um Seguro de Viagem que lhe desse assistência médica por lá.
Fui me atualizar no site da American Airlines sobre os itens permitidos na bagagem de mão, e encontrei um texto até que bem explicativo. Por isso resolvi postá-lo aqui com alguns comentários extras.
Sobre líquidos, géis e aerosóis na bagagem de mão:
“Artigos de higiene em tamanho de viagem (recipientes de até 100 ml/3.4 oz) que caibam em uma bolsa de plástico de até 950 ml (1 quart), transparente, com fecho tipo zíper.”
Viajar para os Estados Unidos e não pensar em compras é quase impossível. A tentação é enorme e os preços são ainda melhores. E com um pouquinho de paciência e planejamento é possível trocar boa parte de seus eletrônicos, como máquinas fotográficas, mp3 players, video games, filmadoras, etc, gastando muito pouco.
O segredo é utilizar os sites de leilão. Aliás, no caso do Brasil a opção mais eficiente ainda é o Mercado Livre.
Os sites de leilão funcionam muito bem para vender seus artigos usados e comprar novos equipamentos em sua viagem. Também é possível comprar produtos de outras pessoas (usados ou novos) por preços bem convidativos.
Os volumes nos Estados Unidos também são medidos com outras unidades, como citei ontem. E o processo de conversão também pode ser chato uma vez que tanto o galão quanto a “onça fluida” são pouco conhecidos nossos, para não falar em completos estranhos. Mas como é preciso utilizá-los, vou colocar abaixo a tabela de relacionamento entre eles e nossos conhecidos do sistema métrico.
Volumes:
| 1 fl oz | = | 29,57 ml |
| 1 gal | = | 128 fl oz |
| 1 gal | = | 3,78 l |
Outra coisa chata quando se passeia pelas lojas e supermercados dos Estados Unidos é a diferença nas medidas dos produtos. Nós estamos acostumados aos gramas, quilogramas, litros e mililitros, e de repente somos confrontados com libras, onças, galões e “onças fluidas”, se é que essa tradução existe. E aí fica terrível tentar comparar os preços com os do Brasil.
A coisa só não é pior porque a comparação de preços entre produtos é facilitada, graças a uma idéia fantástica que já existe lá e na Europa, mas que ainda não foi adotada no Brasil, que é a de disponibilizar para o cliente um valor base. Ou seja, um pote de geléia de 1,5 libras, por exemplo, custa US$ 2,00. Na sua etiqueta parece o preço do produto e o preço por libra desse produto. Assim, é possível comparar rapidamente o preço desse pote com o de outro pote, de 3 libras, e saber qual é o mais barato (por libra). Simples e eficiente, não?
A numeração de calçados nos Estados Unidos pode ser bastante confusa se você não conhece seu funcionamento. Isso porque calçados com a mesma numeração podem apresentar tamanhos reais diferentes dependendo do público ao qual se destina. Mas a melhor maneira de mostrar isso, nesse caso, é através de tabelas de conversão de medidas. Então vamos a elas.
Faltando 10 dias para o meu embarque em mais uma aventura de 15 dias pelas terras do Tio Sam, estou começando oficialmente, à partir de hoje, meus preparativos. Como sou muito ansioso e um pouco meticuloso, em todas as viagens procuro criar uma série de documentos que me ajudam a navegar pelos Estados Unidos sem precisar de ajuda extra.
E como esse ano estou escrevendo no “Na Terra Do Tio Sam”, resolvi compartilhar aqui esses documentos e preparativos, que são mais como uma série de dicas e tabelas de conversão, com todos os leitores do nosso blog.
Antigamente quase todos os vôos internacionais saiam do Brasil à noite. Hoje, por causa do aumento na procura, as companhias aéreas oferecem vôos diurnos, algumas vezes com preços mais acessíveis.
Curiosamente eu converso com muita gente que nunca foi para o exterior que diz que se tivesse a opção escolheria um vôo diurno. Por isso resolvi escrever sobre minha experiência nesse tipo de vôo.




Comentários Recentes