Continuando o post anterior (Conversões de medidas: vestidos, saias e casacos femininos) sobre a tabela encontrada no meio da minha “organizada” bagunça, aqui está a tabela de conversão de tamanhos para ternos masculinos.
Novamente vou resaltar que essa é uma tabela de referência, e não deve ser seguida a risca, mas sim como apoio hora de provar ternos Norte Americanos. Além disso, como não foi testada, não sabemos a precisão de seus valores.
Dias atrás, procurando uns documentos do meu Visa Travel Money, o cartão de débito recarregável que mencionei no post Dinheiro de plástico, encontrei uma pequena tabela com algumas conversões de medidas para vestidos, saias e casacos femininos, e para ternos masculinos. Houve uma época que todas as empresas de turismo davam uma dessas para seus clientes, antes da viagem. Hoje, talvez pelo advento da internet, essas tabelas não existem mais.
A semana passada recebi um email de um amigo, que trabalhou comigo no final do ano passado, e que hoje está se aventurando em seu próprio empreendimento.
Além de dar notícias ele me passou o link de um post que escreveu sobre podcasts de cursos de idiomas. E o post está muito bom.
Nos últimos dias recebemos algumas perguntas sobre os procedimentos adotados pelos oficiais da Polícia Federal no desembarque dos aeroportos e por isso resolvi descrever os procedimentos e as sensações que senti nas diversas vezes que desembarquei no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, vindo dos States.
Logicamente essas experiências variam muito de pessoa para pessoa, e dependem de vários fatores, desde os oficiais de plantão até a procedência do vôo, passando pelas reações que apresentamos na fila, e que são monitoradas pelos olhos treinados desses profissionais. Mas vamos lá:
Recentemente respondi duas perguntas (do Anderson e do Alonso) sobre os impostos cobrados pela alfândega nos Correios, e sobre seu funcionamento. E infelizmente respondi errado. Por sorte o Alex estava atento e me corrigiu, mas isso me deu a idéia de tentar esclarecer um pouco as coisas com relação às encomendas vindas dos States pelos Correios. Então vamos lá!

A saga do I-94 esquecido parece não acabar nunca. Essa semana enviei uma carta para o departamento de fronteiras, pedindo a nossa situação nos States, pra ver se o pessoal do ACS já validou nossa saída do país.
Por isso estou postando aqui, como prometido, o modelo da carta que enviei, para todos vocês que, como eu, sofreram com o “esquecimento” do pessoal da companhia aérea.
“Hey ivan… estou passando pela mesma situação e gostaria de saber qual o conteudo da carta q voce escreveu ? Queria um modelo pra escrever a tal carta pra eles… pode me ajudar ?” - Carlos
Por solicitação do Carlos estou postando aqui um modelo da carta que enviei para o departamento de imigração Norte Americano, quando enviei meus formulários i-94 que a American Airlines esqueceu de recolher. Espero que a carta ajude à você, Carlos, e à muitos outros que entraram na mesma enrascada.
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Na semana passada estava procurando um email antigo e acabei achando os emails da época em que estávamos nos Estados Unidos, tentando viver o sonho americano.
Como já contei aqui, em 2005 fui com minha esposa e minha filha mais velha, na época com 3 anos, para Fort Lauderdale tentar arrumar um emprego na minha área, com um empregador que me desse um visto de trabalho (H1B) e ficar alguns anos por lá. Para isso compramos passagens com volta marcada para 2 meses e levamos grana pra ficar por lá esse tempo, “aportados” na casa do Alex.
Ainda dentro da nossa paranóia de saber como será a educação das meninas na Flórida, recorri a um colega de trabalho que morou 10 anos em Fort Lauderdale, com a esposa e os três filhos.
As perguntas que fiz foram no sentido de coletar suas experiências pessoais, a adaptação das crianças e a qualidade de ensino, uma vez que os filhos dele agora estudam em uma escola particular, em São José dos Campos.
Nas últimas semanas minha esposa entrou em desespero pensando em como a Isabela, agora com 5 anos e sendo alfabetizada em português, conseguiria se adaptar em uma escola Norte Americana, além das dúvidas usuais como quais os documentos necessários, o período de ingresso, etc.
Para tentar dirimir essas dúvidas, fizemos uma série de pesquisas sobre as escolas do Sul da Flórida, buscando desde informações básicas, como período de início das aulas, até programas de adaptação para estrangeiros. Por fim, trocamos alguns emails com uma escola de Deerfield Beach, questionando sobre algumas dúvidas que ainda restavam após as pesquisas. E o resultado (ou parte dele, já que as pesquisas continuam) está aqui.




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