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Orlando 2007: Miami e a imigração

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Chegamos à Miami pela manhã e fomos direto para a imigração, depois de uma paradinha tradicional no banheiro (imagina quando forem três mulheres utilizando o banheiro!). As filas estavam tranquilas, com cerca de 4 ou 5 pessoas em cada guichê. Porém o processo é um pouco demorado e o cansaço da noite mal dormida começou a aparecer.

Assim como das outras vezes que estive na fila da imigração com crianças pequenas (menores de dois anos), um oficial da segurança nos mandou para o guichê da tripulação e assim acelerou o processo de liberação. O oficial fez as perguntas de praxe (Indo para a Disney?, Qual a sua profissão?) e fomos liberados.

Pegamos as malas e na saída já havia uma pessoa da American Airlines pegando as malas que iriam para Orlando, nosso destino final. E isso foi um detalhe muito bacana da American Airlines. Eles emitiram os bilhetes de Orlando ainda em São Paulo. Então quando chegamos em Miami, desembarcamos, fizemos todo procedimento de imigração, pegamos as malas e já às despachamos para Orlando, sem precisar fazer o Check-in novamente. E fomos para o portão de embarque.

Os embarques estão bem rigorosos desde o 11 de Setembro e do “quase” atentado em Londres no ano passado, o que significa que para entrar nas salas de embarque, mesmo num vôo doméstico, é preciso tirar tudo dos bolsos, tirar os sapatos, cintos e quaisquer outros objetos de metal, passar tudo pelos raios-x, além de você mesmo passar pelo detector de metais. Eles barram qualquer recipiente com líquido e estão muito severos com relação géis, pastas, etc, como citei em um post anterior.

Já na área de embarque foi só procurar o nosso portão, numa área que dá umas 10 áreas de embarque de Guarulhos, e que corresponde a apenas uma parte do aeroporto de Miami.

O vôo para Orlando foi super rápido. A aeronave parecia um daqueles aviões antigos da Varig, que faz a ponte aérea Rio-São Paulo. Pegamos a penúltima fileira e o cheiro de urina proveniente do banheiro era terrível. Mesmo assim o vôo foi tranquilo e em menos de uma hora estávamos em Orlando. O vôo é tão rápido (e barato) que não tem comida a bordo. Nada. Nem água! E eu que reclamava da Gol.

Próxima parada: a chegada à Orlando e o aluguel do carro.






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